quinta-feira, 3 de março de 2011

Tecnologia

Plantas podem roubar lugar de cães farejadores nos aeroportos!!! 

A cientista June Medford, da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, em parceria com o governo americano, desenvolveu uma planta que pode detectar bombas, criando proteínas vegetais que mudam de cor quando perto de substâncias presentes em explosivos.

Os cientistas basearam-se no fato de que as plantas ao receberem excesso de luz solar liberam substâncias chamadas terpenóides, que engrossam as folhas e alteram sua cor. A pedido do Pantagono ( Que pedido hein), os cientistas criaram uma técnica para manipular esse mecanismo e fazer com que ela mude de cor na presença dos explosivos, a técnica faz uso de um programa de computador para manipular as defesas naturais do vegetal.

Os pesquisadores desenvolveram um programa de computador para manipular as defesas naturais do vegetal, induzindo-o a reagir às substâncias químicas dos explosivos. Quando perto desses materiais, a planta altera sua coloração do verde para o branco. De acordo com a professora, as habilidades dessas plantas para detectar explosivos são superiores às dos cães farejadores. Só que os cães não demoram 12 horas para detectar os explosivos....

Os cientistas estão tentando acelerar o processo.

Segue um vídeo que mostra o mecanismo de ação. Pra quem não manja nada de inglês (que nem eu) vale a pena pra conhecer a cientista que criou essa façanha.


Essa mesma reportagem pode ser vista em:



GARATTONI, Bruno. Planta detecta a presença de explosivos. Super novas. Super Interessante. nº 289, Março 2011.

VAI AI UMA DICA

Anticoncepcional - agente ainda tem muito o que saber!


Na maioria das mulheres, a pílula é segura. Se não fosse assim, todos nós conheceriamos alguma moça que teve um AVC depois de tomar anticoncepcional. Mas as que usam esse tipo de contracepção precisam saber que os hormônios aumentam a  capacidade de coagulação do sangue. O mesmo pode ocorrer quando a mulher faz reposição hormonal na menopausa. Quem toma pílula ou faz reposição hormonal está mais sujeita a sofrer de trombose (formação de coágulos no interior de um vaso sanguíneo). E a trombose pode levar a um AVC. Algumas condições genéticas favorecem a ocorrência desse problema. Muitas vezes, porém, o AVC sofrido por uma mulher jovem é o primeiro da família. Foi o caso da engenheira Fernanda. "Em 99% dos casos, as moças não sabem que têm predisposição genética", diz a Neurologista Gisele Sampaio Silva, do hospital Abert Einstein.

A combinação de pílula e cigarro eleva em oito vezes o risco de AVC. O sangue dos fumantes torna-se mais propenso à formação de coágulos e a nicotina também enrijece as artérias que irrigam o cérebro. Logo, mulheres que fumam não devem tomar pílula. Quantas sabem disso? "Muitas fumam e não contam ao Ginecologista", diz a Neurofisiologista Maristela Costa, do Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo. O inverso também é verdadeiro. Muitos médicos receitam pílula e não perguntam se a mulher fuma.

SAGATTO, Cristiane. O derrame das mulheres jovens. Época. São Paulo, nº 623, p. 84-88, abril. 2010.
VENENOSA NÃO É, MAS SEU ABRAÇO É FATAL


Sucuri e anaconda são a mesma espécie de cobra?

Anaconda e sucuri são nomes populares das mesmas serpentes do gênero Eunectes. As três espécies do grupo (E. murinus, E. notaels e E. deschauensis) só ocorrem na américa do Sul. Há relatos não confirmados de sucuris com mais de 15 metros de comprimento. Mas, comprovadamente, o maior registro é de uma Eunectes com 7,30 metros. Elas não são venenosas, mas matam suas presas por constrição: elas mordem outros animais para segura-los e, depois, os envolvem, enrolando-se neles com o próprio corpo e apertando vigorosamente. Com isso, elas matam a presa por asfixia.



Fonte: Vinicius Xavier da Silva, biólogo do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo

Durante o Ensino Médio nem damos muito valor aos nomes científicos dos animais. Os professores tentam fazer nossa cabeça dizendo o quanto são importantes e o quanto seria confuso trabalhar com a mesma espécie com nomes distintos. Mas mesmo se você não for um biólogo, poderá se deparar com situações que necessita saber algo a repeito dessa nomenclatura. Vai que você se torne um apaixonado por peixes   e tenha lá o seu Astronotus ocellatus ( Oscar ou Apari), um Cichla orinocensis ( O legitimo Tucunaré azul) talvez você tenha que pesquisar algo sobre ele. Quem sabe você ganhe um bonsai de presente e tenha que cuidar com muita dedicação dele, uma pesquisa especifica pode cair muito bem.  


Realmente existem matérias que são difíceis de envolver os alunos, um exemplo é o sistema de nomenclatura e classificação científica. Ta aí um texto legal para se introduzir isso.


Uma outra dica é esta reportagem das regras e da pronúncia dos nomes.
http://www.tudosobreplantas.com.br/blog/index.php/2011/02/13/nomes_cientificos/

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Bons Frutos

Durante a execução de um subprojeto do PIBID - Programa Institucional de Bolsas a Iniciação Docente  eu e minha amiga Fernanda P. Martins, coordenamos um grupo de jovens a confeccionarem oficinas com temas dentro da genética. Uma dessas oficinas foi a construção de um blog. Este blog foi apresentado em na II Feira de Profissões na Universidade Federal do Triangulo Mineiro - UFTM para um público que incluia alunos de várias escolas da cidade, professores e acadêmicos de graduação. Obtiveram uma ótima avaliação e para nossa satisfação o blog continua ativo. Os alunos continuam a realizar postagens sobre genética e outros assuntos. O blog traz uma série de fotos da feira que foram apresentados os trabalhos. Na área de Genética os trabalhos incluem: 2 paródias músicais, um jornal escrito um telefornal, um jogo de tabuleiro e o blog http://interacaogenetica.blogspot.com/. Vale a pena acessar e conferir como nós professores podemos, através de um trabalho conjunto, criar ferramentas a nosso favor, fazendo com que os alunos continuem a construir conhecimento pela sua farrementa favorita, a INTERNET!!




terça-feira, 30 de novembro de 2010

Diversifique sua Aula

Cientes da importância do uso de métodos educativos criativos no ensino de ciências desenvolvemos durante as aulas de Estudos e Desenvolvimento s de Projetos na Graduação de Ciências Biológicas diversos jogos para serem aplicados nas aulas de zoologia. Araújo em seu trabalho “A utilização de lúdicos para  auxiliar a aprendizagem e desmistificar o ensino da matemática”  de afirma que  as atividades lúdicas são capazes de dar prazer e  equilíbrio emocional ao indivíduo que as realiza e  podem levar à autonomia de atos e pensamentos, além de contribuir para o desenvolvimento social.

O jogo didático deve ter o objetivo de atingir um fim, no caso, a aprendizagem. “Por essa razão, podemos afirmar que o “jogo didático” é aquele feito e adaptado ao educando, de modo a oferecer condições que aumentem o seu interesse, permitindo-lhe, através das várias formas de representação, fazer associações, julgamentos, bem como estabelecer conceitos em uma determinada disciplina.” (Carneiro 1990, p.36)

Este jogo para servir para diversos conteúdos, não contendo nenhuma ilustração especifica nem perguntas no tabuleiro, apenas as ações que direcionam à vitória. Dessa forma o conteúdo do jogo pode ser alterado refazendo os cartões de resposta. Montamos um quite de cartões com perguntas referentes à zoologia, nesta fase é onde encontra-se a dificuldade maior na elaboração do jogo. É preciso criar perguntas que deixem o jogo seguir sem necessidade de explicações e de preferência sem ser necessário aulas anteriores. Dessa forma o jogo deve ser autônomo e autoexplicativo.

As imagens mostram o tabuleiro. As questões podem ser montadas de acordo com o conteúdo ministrado em sala de aula.


 Interessados em mais informações podem entrar em contato pelo e-mail: thaiane.tap@hotmail.com


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Zoologia Enfoque Evolutivo

As propostas atuais para o ensino de zoologia apontam o uso da biologia evolutiva e da filogenia como ferramentas indispensáveis na exposição do conteúdo. Trabalhar os grupos de animais ressaltando a relação de parentesco entre os taxos assim como relações de caracteres, diminui a quantidade de informações que necessitam ser memorizadas pelos alunos, e deixa com que o professor trabalhe todo o conteúdo sobre um eixo evolutivo unificador. Segue a baixo ótimas referencias podem auxiliar muito no desenvolvimento das aulas.

¢     Postagem 6: OLIVEIRA, A. C. S. de . SILVA, H. de P. Abordagem da Sistemática Filogenética no Ensino Médio. Saúde & Ambiente em Revista, Vol. 5, No 1 (2010) disponível em: http://publicacoes.unigranrio.edu.br/index.php/sare/article/view/1011 acessado:  22 de Novembro de 2010.

¢     GUIMARÃES , Márcio Andrei. Uma proposta de ensino de zoologia baseada na sistemática filogenética. Faculdade de Ciências – UNESP. Disponível em: http://www.scribd.com/doc/4626526/Uma proposta-de-ensino-de-zoologia-baseada-na-Sistematica-Filogenetica acessado: 22 de novembro de 2010.

¢     SILVA, Caio Samuel Franciscati da. Cladogramas - As Árvores da Vida. Jaboticabal. Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=588 acessado: 22 de Novembro de 2010.

¢     POUGH, F.H; JANIS, C.H.; HEISER, J.B. 2008. Vida dos vertebrados. 4ª ed. São Paulo, 684p.

Ambiente e Tecnologia

Este texto traz ótimas questões sobre meio ambiente e tecnologia. No 9º ano do ensino fundamental a matéria de Física aborda diversos temas tanto de ambiente tanto de tecnologias, e no final é interessante fazer uma integração entre os dois temas. Usei este texto para discussão em sala, e foi o mesmo tema de uma redação da avaliação. Ainda não peguei as provas, mas acredito que o resultado vai ser muito bom.